Emmanuel Macron enters the final months of his presidency ahead of France’s 2027 presidential election, with attention centered on fiscal pressures, student protests, and EU budget negotiations rather than domestic constitutional initiatives. Recent statements have touched on long-discussed reforms such as embedding abortion rights, yet these remain proposals without scheduled parliamentary pathways or public timelines that would enable a national vote before December 31. Constitutional revision routes under Articles 11 or 89 require either legislative majorities or extended procedures that traders view as incompatible with the compressed calendar and Macron’s limited remaining mandate. The absence of fresh announcements or legislative momentum in October reinforces the prevailing trader assessment that no referendum will occur by year-end.
Este mercado será resolvido como "Sim" se Emmanuel Macron convocar o eleitorado para um referendo nacional entre a criação do mercado e 31 de dezembro de 2026, 23:59 ET. Caso contrário, este mercado será liquidado em favor de "Não". Para ser válido, o Journal officiel de la République française deve publicar um decreto presidencial, assinado por Emmanuel Macron, que decida submeter um texto a um referendo nacional, por exemplo, por meio do artigo 11, do artigo 89 ou via référendum d’initiative partagée (RIP). Qualquer decreto desse tipo será válido, mesmo que o presidente não tenha apoiado a iniciativa. Um mero anúncio público de Emmanuel Macron não será suficiente. Qualquer referendo iniciado por um procedimento que não exija um decreto presidencial não será válido. Se Emmanuel Macron deixar de ser presidente da França antes de emitir um decreto presidencial válido, este mercado será imediatamente resolvido como "Não". Este mercado será resolvido assim que um decreto válido for publicado oficialmente, independentemente de quando e se um referendo será realizado. A principal fonte para a resolução será o Journal officiel "Lois et Décrets" no Légifrance (https://www.legifrance.gouv.fr/jorf/jo); porém, também será considerado o consenso de reportagens confiáveis.
Tradução automática. Em caso de divergência, prevalece o original.