Brazil’s Supreme Federal Court (STF) justices face a high procedural threshold for removal, requiring a Senate supermajority of 54 votes out of 81 on crimes of responsibility, a bar never cleared in the court’s history. Recent congressional elections strengthened right-leaning blocs aligned with former President Bolsonaro’s allies to roughly 49 seats, still short of the threshold, while Senate President Davi Alcolumbre—expected to retain his post—has previously blocked more than 100 pending requests. Lula’s reelection and ongoing judicial reform debates, including rules limiting filings and raising early-stage quorums, further constrain momentum before the new Senate convenes in February 2027. Trader consensus on “no” removal by year-end reflects these structural and timing barriers. A rapid change in Senate leadership or an unforeseen scandal accelerating proceedings could still shift odds within the narrow window.
Este mercado será resolvido como "Sim" se qualquer ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil (STF) for permanentemente afastado do tribunal em decorrência de impeachment ou de julgamento por crime de responsabilidade até 31 de dezembro de 2026, 23:59 ET. Caso contrário, este mercado será resolvido como "Não". Ministros que deixarem o tribunal devido ao limite do mandato, à renúncia voluntária ou por qualquer outro motivo que não decorra de impeachment ou de julgamento por crime de responsabilidade não serão contabilizados. Impeachments, julgamentos por crimes de responsabilidade, suspensões ou outras medidas processuais, por si só, não serão suficientes para resolver este mercado se não resultarem no afastamento permanente de um ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil. A principal fonte para a resolução deste mercado serão informações oficiais do governo do Brasil; no entanto, também poderá ser utilizado um consenso de reportagens confiáveis.
Tradução automática. Em caso de divergência, prevalece o original.