International pressure on Hezbollah's disarmament has intensified in recent weeks, centered on a June 2026 trilateral framework agreement among Lebanon, Israel, and the United States that requires the Lebanese state to hold a monopoly on arms. U.S. officials, including State Department spokesman Tommy Pigott on October 14, conditioned billions in Gulf and European reconstruction aid for southern Lebanon on prior disarmament, while noting stalled Rome talks and ongoing contacts with Beirut and Tel Aviv. Hezbollah has rejected phased implementation north of the Litani River, continued rebuilding capabilities such as FPV drones, and insisted on Israeli withdrawal first. Diplomatic efforts involving the EU, France, and Saudi Arabia aim to establish verification mechanisms with the Lebanese Army, amid warnings of potential Israeli escalation before elections and concerns over political timelines in Lebanon.
Este mercado será resolvido como “Sim” se Hezbollah anunciar oficialmente que irá se desarmar no Líbano até 31 de dezembro de 2026, às 23:59 ET. Caso contrário, este mercado será resolvido como “Não”. Somente serão consideradas válidas as declarações respaldadas pelo secretário-geral do Hezbollah (atualmente Naim Qassem), por um sucessor direto ou, se o cargo de secretário-geral do Hezbollah estiver vago, pela liderança do Hezbollah amplamente reconhecida. Para os fins deste mercado, “desarmar-se” refere-se ao compromisso público de renunciar às suas forças militares ou desmantelá-las, parcial ou completamente, no Líbano. Declarações de desarmamento parcial (por exemplo, a entrega de uma categoria de armas ou o acordo para se desarmar em etapas ou em determinada região) serão consideradas válidas desde que façam parte de um processo de desarmamento reconhecido. Somente declarações oficiais serão consideradas válidas. Declarações informais, planos condicionados a situações futuras, declarações de intenção sem uma diretriz formal de política ou quaisquer outras declarações que não constituam um anúncio formal de política não serão consideradas. As fontes primárias para a resolução incluirão declarações oficiais da liderança do Hezbollah; no entanto, um amplo consenso de reportagens confiáveis que confirme a implementação de uma política de desarmamento também será considerado válido.
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