US military actions in 2026 center on the ongoing Iran conflict that began with joint strikes in late February and the expansive Operation Southern Spear counter-cartel campaign, which has included vessel strikes plus land operations in Venezuela and Ecuador since early in the year. Recent October developments, including MQ-9 drone movements to Colombia and Ecuador, troop deployments from the 10th Mountain Division to Panama for training, and agreements enabling joint operations with Colombia and Honduras, signal potential expansion of strikes on additional Western Hemisphere soil. Africa Command continues periodic strikes against al-Shabaab in Somalia. Trader consensus favoring eight countries as the leading outcome reflects this combination of confirmed theaters plus measured additions from Latin American partnerships, without evidence of broader escalation into new regions by year-end. Scheduled congressional reviews and any post-midterm decisions on Iran remain key variables that could alter the final count.
Este mercado será resolvido de acordo com o número total de países diferentes cujo território os Estados Unidos atacarem com drones, mísseis ou ataques aéreos entre 1 de janeiro de 2026, 0:00 ET e 31 de dezembro de 2026, 23:59 ET. Ataques contra embaixadas ou consulados serão contabilizados para o país onde a embaixada ou o consulado está localizado, e não para o país que representam. Ataques em territórios controlados pelos Estados Unidos em 31 de dezembro de 2025, 23:59 ET não serão contabilizados na resolução deste mercado. Para fins deste mercado, considera-se um "ataque" válido o uso de bombas aéreas, drones ou mísseis (incluindo mísseis de cruzeiro ou balísticos) lançados pelas forças militares dos EUA que atinjam o território terrestre de outro país, desde que isso seja reconhecido oficialmente pelo governo dos EUA ou confirmado por um consenso de fontes jornalísticas confiáveis. Mísseis ou drones interceptados e ataques com mísseis superfície-ar não serão contabilizados na resolução deste mercado, independentemente de caírem no território de outro país ou causarem danos. Ações como disparos de artilharia, tiros de armas leves, ataques diretos com FPV ou ATGM, incursões terrestres, bombardeios navais, ataques cibernéticos ou outras operações conduzidas por agentes terrestres dos EUA não serão consideradas válidas. A resolução terá como base um consenso de reportagens confiáveis.
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