European Union leaders at their mid-October 2026 summit explicitly affirmed readiness to contribute to robust, credible security guarantees for Ukraine, working through the Coalition of the Willing alongside the United States and in line with member states' capabilities. This followed January 2026 Paris coalition talks where the UK and France signaled intent to deploy multinational forces after any ceasefire to support deterrence and military rebuilding, with U.S. envoys endorsing binding commitments and monitoring mechanisms. Ongoing bilateral agreements, EU military assistance mission extensions, and funding discussions continue to shape timelines for formal country-level pledges, while ceasefire negotiations and verification arrangements remain central variables that could accelerate or delay specific European commitments.
Este mercado será resolvido como “Sim” se algum país europeu se comprometer formalmente a fornecer uma garantia de segurança à Ucrânia, definida como um acordo anunciado publicamente e acordado mutuamente entre o país europeu pertinente e o Governo da Ucrânia, que crie uma obrigação vinculante para o país europeu pertinente de defender a Ucrânia ou intervir diretamente em seu nome, até 31 de dezembro de 2026, 23:59 ET. Caso contrário, este mercado será resolvido como “Não”. Para que uma “garantia de segurança” se qualifique, sua redação deve ser equivalente em natureza a um compromisso de defesa mútua no estilo do Artigo 5 da OTAN: o país europeu pertinente deve se comprometer a responder militarmente se a Ucrânia for atacada ou, de outra forma, garantir a defesa da Ucrânia por meio de obrigações vinculantes de defesa. Exemplos de redação válida incluem compromissos inspirados nos tratados dos EUA com o Japão, a Coreia do Sul ou as Filipinas, ou no instrumento do Artigo 5 da OTAN, que obriga os Estados Unidos a “agir para enfrentar o perigo comum” por meio do uso de força militar caso um aliado seja atacado. Estruturas de cooperação, medidas de desenvolvimento de capacidades, mecanismos de consulta ou promessas não vinculantes não serão considerados válidos. Exemplos de acordos que não se qualificam incluem o acordo bilateral de segurança entre EUA e Ucrânia de 13 de junho de 2024, o Taiwan Relations Act ou os “acordos de segurança” do G7/UE que oferecem apoio ou consultas, mas não chegam a garantias vinculantes de defesa. Para se qualificar, um acordo deve ser anunciado conjuntamente e finalizado, e assumir a forma de tratado, acordo executivo, memorando de entendimento, declaração conjunta ou instrumento escrito equivalente. Não serão considerados anúncios que sejam declarações de intenção, condicionais, exploratórios ou que, por qualquer outro motivo, não indiquem uma política formalizada. A principal fonte para a resolução será um consenso de reportagens confiáveis. Entre os países europeus que se qualificam estão: Albânia; Andorra; Armênia; Áustria; Azerbaijão; Bélgica; Bósnia e Herzegovina; Bulgária; Croácia; Chipre; Tchéquia; Dinamarca; Estônia; Finlândia; França; Geórgia; Alemanha; Grécia; Hungria; Islândia; Irlanda; Itália; Letônia; Liechtenstein; Lituânia; Luxemburgo; Malta; Moldávia; Mônaco; Montenegro; Países Baixos; Macedônia do Norte; Noruega; Polônia; Portugal; Romênia; San Marino; Sérvia; Eslováquia; Eslovênia; Espanha; Suécia; Suíça; Ucrânia; Reino Unido.
Tradução automática. Em caso de divergência, prevalece o original.